A Confraria Cênica

Esta é a página da Confraria Cênica. Nós trabalhamos com arte. Desde 1995 desenvolvemos uma forma própria de fazer teatro que chamamos de Direção de Encontro. Produzimos espetáculos que tem como tema principal a solidão.

A primeira Direção de Encontro aconteceu com O BOCA ROSA, em 1996. O processo de encenação amadureceu em espetáculos como O SOFÁ (1999), A VOLTA AO LAR (2001) e, no recente ENTRE BITUCAS E FUMAÇA (ainda em cartaz). Em 2009, fizemos a primeira experiência de Direção de Encontro fora da Confraria Cênica: Otelo, As Faces do Ciúme, produção de Danilo Avelleda, que obteve 6 indicações para o Prêmio Governador do Estado – troféu Gralha Azul, arrematando os prêmios nas categorias Maquiagem e Figurino.

Também produzimos de forma tradicional espetáculos como:
O JUCA NA CAIXA, (infantil dirigido inicialmente para atender o público carente. Produção que contou com a parceria do Grupo Direpenti.
A MULHER texto de Sílvia Monteiro com direção de LALA SCHNEIDER, a maior artista dos palcos paranaenses.
FÁBULAS CURITIBANAS, baseada em contos de Luiz Carlos Pazello. Montada experimentalmente por atores profissionais e amadores em 1999 (nova parceria com o Grupo Direpenti).
Variando nosso estilo, apresentamos no ano 2000 uma comédia romântica, divertida, desintoxicante e apaixonante: NOVEMBRO.

A seguir, Sinopses de todas as produções da Confraria Cênica/MAIS INFORMAÇÕES CLIQUE NO NOME DO ESPETÁCULO.


O BOCA ROSA – 1996/97

Espetáculo de estréia da Confraria Cênica Ltda., e da Direção de Encontro.
Baseado em contos de Guimarães Rosa, texto de Enéas Lour, o espetáculo conta a história de XÊNIO RUISCONCELOS, ator circense criador do palhaço RITRIPAS e de sua partner, a linda MEMA VERGUEDO, que abandonou o circo por desilusão amorosa com XÊNIO, que vivia apaixonado pela não menos linda ONA POMONA. Uma linda história, brasileira, vivida em nossos sertões de encontros

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O JUCA NA CAIXA – 1998

Um contador de histórias do século 21! Assim é nosso Juquinha, um boneco de molas que vive em uma caixa futurista e que só sai de lá para contar histórias para seus amigos.

Usamos a figura do Jack`n the box para contar histórias em hospitais, instituições para deficientes físicos ou mentais e crianças carentes.
O Juca e o formato ‘pocket’ que desenvolvemos, reaparecem nos espetáculos: as NOVAS HISTÓRIAS DO JUCA (2003) e NOSSAS HISTÓRIAS (2005)
São sempre três histórias e os temas são variados: histórias de amor, de amizade e solidariedade, ‘causos’ de arrepiar, histórias sobre saúde e meio ambiente, histórias do folclore. Sempre com trilhas originais. Totalmente musicada com cantigas de roda e cantigas de ninar, o JUCA é um espetáculo interativo, onde a criança participa do começo ao fim, se divertindo com as historias do JUCA (na caixa mesmo)

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A MULHER – 1999

Baseado em contos de Simone de Beauvoir, o texto escrito e protagonizado por Sílvia Monteiro, foi um dos maiores sucessos de 1999. Ganhou o Prêmio Governador do Estado (Gralha Azul) e o Prêmio Poty Lazarotto para Sílvia Monteiro como Melhor Atriz. Direção da inesquecível Lala Schneider.

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FÁBULAS CURITIBANAS – 1999

A Capital do Paraná foi o tema desta comédia cáustica sobre os usos e costumes locais. Brincamos e falamos sério sobre a timidez a inveja, a vergonha e o frio curitibano. O tubo de ônibus que ninguém sabe quando vai sair, a estátua do homem nu, de 10 metros de altura, em praça pública. Baseada em contos escritos por Luiz Carlos Pazello, teve direção de Sílvia Monteiro. Outra parceria com o Grupo Direpenti.

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O SOFÁ – 1999

Um solitário atravessa uma noite de insônia… Aí é que a solidão se revela mais destruidora que amiga. Em dois cubículos de acrílico de 3m x 3m, dois atores enjaulados são observados por 20 espectadores que assistem ao espetáculo colados nas janelas. O público, como se fosse voyeur, flagra a intimidade dos personagens. Ou, como cientistas, observam o insone herói em sua redoma de acrílico.

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NOVEMBRO – 2000

Uma história de amor, engraçada e triste como toda história de amor. Charles, empresário quarentão encontra Sara, uma linda jovem. O ano é 1968, a revolução cultural esta em curso, Woman`s lib, Black Power, Hippies…! Charles vê tudo isso e permanece impermeável a estas mudanças. Sara será sua cura…

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A VOLTA AO LAR – 2001

Espetáculo premiado no Projeto Conta Cultura do Governo do Paraná da Fundação Cultural de Curitiba.

A Direção de Encontro amadureceu e começou a conquistar o reconhecimento público no Paraná (sendo motivo de matérias jornalísticas). O espetáculo se transformou num dos principais acontecimentos artísticos em Curitiba. Rendeu o Prêmio Gralha Azul e Poty Lazzarotto de melhor ator para Luiz Carlos Pazello.

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AS NOVAS HISTÓRIAS DO JUCA – 2003

Depois de 8 anos de temporada com O Juca na Caixa, renovamos as histórias e com nova produção, ficamos mais 3 anos apresentando este espetáculo para crianças dtendidas pela REDE SOL da Fundação Cultural de Curitiba

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QUE SEJA UM INFERNO ENQUANTO DURE – 2004

Durante oficina de Dramaturgia ministrada na Universidade do Professor em Faxinal do Céu, Luiz Carlos Pazello conheceu Pedro Fiori, londrinense pé vermelho, autor de Que Seja um Inferno Enquanto Dure. Produção Independente da Confraria Cênica. Conflitos de Casais, muita cachaça no bar, separações e reconciliações, uma grande comédia, uma grande parceria, outro grande espetáculo da Confraria.

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QUERO FALAR MAS A TEMPESTADE NÃO DEIXA – 2006

Comédia baseada na peça A Tempestade de Willian Shakespeare. Texto de Pagu Leal, direção de Sílvia Monteiro. Com Luiz Carlos Pazello Pagu Leal, Carol Mammarella e Adriano Petermann. Nossa primeira experiência de Direção de Encontro com uma comédia, já buscando textos clássicos que estamos incorporando à nossa pesquisa.

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GIOVANI, LUIGI E MONTENEGRO – 2007

Comédia de Luiz Carlos Pazello com direção de Sílvia Monteiro.

Luigi fala com um tiro na testa – Morri… bosta .
Assim começa a peça Giovani, Luigi e Montenegro. O cadáver, o único interessado, tenta elucidar seu próprio assassinato. Sócio de um ferro-velho de fachada, acorda em pleno necrotério com uma CSI dissecando seu cadáver. Desconfianças, ameaças e muito bom humor nessa comédia de Luiz Carlos Pazello.

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ENTRE BITUCAS E FUMAÇA – 2008/2010

Conto de Anton Tcheckov, Os Males do Tabaco, foi aqui adaptada e dirigida por Sílvia Monteiro. Um espetáculo alternativo para ser apresentados em espaços alternativos, como salões, refeitórios, salas de aula, etc…

Kin, um pobre professor, atormentado por sua mulher há longos 33 anos de casamento. Para pagar o tratamento médico das enfermidades causadas por 30 anos de tabagismo, Kin tem que fazer palestras sobre os malefícios do tabaco. Humano e patético, o espetáculo envolve o público por sua comicidade e pela sinceridade do personagem Kin.

CLIQUE AQUI PARA OBTER MAIS INFORMAÇÕES – PEÇA EM TEMPORADA COM APRESENTAÇÕES EM EMPRESAS (SIPATs E PROGRAMAS ANTI-TABAGISMO) E EM ESCOLAS (PREVENÇÃO AO TABAGISMO)

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